Hoje, tive uma ideia, ou melhor, resolvi colocar em prática uma solução para as manhãs enlouquecidas em casa: contratar uma pessoa para ficar de manhã comigo, segurando Ian, quando necessário. O problema é encontrar alguém de confiança. Eu precisava por três vezes na semana, os dias em que a diarista não está em casa. Os dias em que tenho que fazer almoço é o caos.
Hoje, não foi tão enlouquecedor pois minha mãe levou Ana para passear e Ian dormiu bastante de manhã. Consegui colocar as coisas em ordem.
Levei Ana na escola. Tive que estacionar o carro longe do portão de entrada, carregar Ana (que estava quase dormindo), um vaso de planta (para o amigo oculto ecológico), mochila e lancheira. Quando deixei Ana com a professora, ela comentou: "Mãe, você está bem abatida." Quase falei: "Jura??? Por que será se não faça nada o dia todo e durmo 12 horas por dia!"
Tentei passar roupa a tarde, mas não consegui. A tarde passou rápida. Fui buscar Ana e ela dormiu. Aproveitei que minha mãe, Ana e Ian dormiam para deitar também. Cinco minutos depois, Ian acordou.
Minha mãe foi embora e eu fiquei sozinha com as crianças. Acordei Ana, depois de uma hora de sono. Parece maldade, mas se eu deixá-la dormir direto, ela dá um baile de madrugada. Ficou chorosa querendo a avó. Eu, prontamente, liguei para a avó e perguntei se seria muito incômodo se Ana dormisse lá. Levei-a. achando que ela dormiria logo. Qual não foi minha surpresa, minha mãe me liga duas horas depois dizendo que a menina estava elétrica (aff).
Mais um dia termina. Ian está dormindo no berço, Ana na casa da avó, eu vou dormir também.
Aliás, esqueci de comentar, eu tenho insônia. Dá pra acreditar que mesmo exausta eu tenho dificuldades de relaxar e dormir? Só durmo profundamente depois de deitar numa esteira de massagem e tomar um chá de erva cidreira.Fico tranquila, pois amanhã é sábado, tem faxina e o marido está em casa.
É a mãe!
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Diário materno
Resolvi criar esse blog pra despejar minha rotina. A intenção não é escrever sobre meus filhos, mas sobre mim, como mãe. Porque de tudo que fiz na vida, ser mãe está sendo a parada mais incrível e radical da minha vida.
Dar conta da vida de pessoas é algo complexo e estressante. Quando desejava ser mãe, não tinha ideia da responsabilidade que é responder por dois seres humanos, dois cidadãos. Tudo bem, talvez eu esteja exagerando e as mães nem param pra ficar pensando nisso tudo quando tem seus filhos. Mas é isso aí, estamos criando pessoas que vão viver nesse mundão. E é bom que caprichemos.
Eu preciso escrever para não pirar no dia a dia. O trabalho é intenso, árduo, cansativo.
Eu não consigo dizer aquelas frases lindas sobre ser mãe, de se doar, de estar amando tudo, até quando o seu filho grita ou cospe na sua cara. A única coisa que penso no momento é que estou muito cansada e o descanso não está em vista. Isso me desespera.
Eu tenho dois filhos, com um ano e meio de diferença. São dois bebês, um, mais dependente do que o outro, mas ambos dependem muito de mim e do pai. Sendo que, a maior parte do tempo, sou eu que respondo por eles.
___________________
Hoje, resolvi que iríamos à praia, aproveitando que Ana não teria aula. Chamei o avô que topa essas loucuras no meio da semana. Acordei cedo, até porque Ian acordou também e mal me deixou dormir bem durante a noite. Arrumei tudo e fiquei esperando Ana acordar. Saimos de casa umas 8:40. O tempo estava nublado, chuviscando e eu fiquei pensando como sou louca de levar duas crianças com narizes escorrendo para uma praia em dia chuvoso. Mas foi divertido.
Paramos pra almoçar e Ana fez show no restaurante (quando ela tem sono, fica elétrica). Eu a levei num cantinho e a fiz dormir, depois a coloquei num sofá perto da gente. Ian ficou acordado. Eu e o avô administramos e revesamos pra segurá-lo e almoçarmos ao mesmo tempo.
Voltei exausta e só queria chorar quando pensei que não poderia descansar. Uma pedindo mamá, o outro com fome e sono. Eu pedi ajuda aos vizinhos (meus pais e meus irmãos). Quando tudo aperta, eu peço ajuda aos vizinhos. O ruim é quando os vizinhos não estão disponíveis.
Dar conta da vida de pessoas é algo complexo e estressante. Quando desejava ser mãe, não tinha ideia da responsabilidade que é responder por dois seres humanos, dois cidadãos. Tudo bem, talvez eu esteja exagerando e as mães nem param pra ficar pensando nisso tudo quando tem seus filhos. Mas é isso aí, estamos criando pessoas que vão viver nesse mundão. E é bom que caprichemos.
Eu preciso escrever para não pirar no dia a dia. O trabalho é intenso, árduo, cansativo.
Eu não consigo dizer aquelas frases lindas sobre ser mãe, de se doar, de estar amando tudo, até quando o seu filho grita ou cospe na sua cara. A única coisa que penso no momento é que estou muito cansada e o descanso não está em vista. Isso me desespera.
Eu tenho dois filhos, com um ano e meio de diferença. São dois bebês, um, mais dependente do que o outro, mas ambos dependem muito de mim e do pai. Sendo que, a maior parte do tempo, sou eu que respondo por eles.
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Hoje, resolvi que iríamos à praia, aproveitando que Ana não teria aula. Chamei o avô que topa essas loucuras no meio da semana. Acordei cedo, até porque Ian acordou também e mal me deixou dormir bem durante a noite. Arrumei tudo e fiquei esperando Ana acordar. Saimos de casa umas 8:40. O tempo estava nublado, chuviscando e eu fiquei pensando como sou louca de levar duas crianças com narizes escorrendo para uma praia em dia chuvoso. Mas foi divertido.
Paramos pra almoçar e Ana fez show no restaurante (quando ela tem sono, fica elétrica). Eu a levei num cantinho e a fiz dormir, depois a coloquei num sofá perto da gente. Ian ficou acordado. Eu e o avô administramos e revesamos pra segurá-lo e almoçarmos ao mesmo tempo.
Voltei exausta e só queria chorar quando pensei que não poderia descansar. Uma pedindo mamá, o outro com fome e sono. Eu pedi ajuda aos vizinhos (meus pais e meus irmãos). Quando tudo aperta, eu peço ajuda aos vizinhos. O ruim é quando os vizinhos não estão disponíveis.
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